Onde será realizado o 1º Congresso Brasileiro do Mecânico

Onde será realizado o 1º Congresso Brasileiro do Mecânico

Quando será?

Faltam apenas 3 dias para o nosso grande encontro e imaginamos que você esteja muito ansioso, mas você já programou como irá até o Expo Center Norte sábado dia 21 de outubro? Não? Então confira esses pontos de referência e programe-se desde já para não ter aborrecimentos.

Expo Center Norte
Av. Otto Baumgart, 1000 – Vila Guilherme, São Paulo – SP, 02049-000

Onde será

Ao lado da estação Tietê do metrô;
Ao lado do Terminal Rodoviário do Tietê;
Acesso direto às principais estradas estaduais e interestaduais, pela via expressa da marginal Tietê;
20 minutos até o Aeroporto Internacional de Guarulhos;
40 minutos até o Aeroporto de Congonhas;
Estacionamento de acesso: Rua Otto Baumgart, nr. 1000 – Portão 6.

Será um dia inteirinho de muito conteúdo e informação para você ficar por dentro de tudo que acontece no setor automotivo! Confira nossa programação no site www.omecanico.com.br/congresso

Como participar

E se você ainda não se inscreveu corra, pois já estamos no último lote e os ingressos estão acabando! www.omecanico.com.br/congresso/inscricoes
Serviço
1º CONGRESSO BRASILEIRO DO MECÂNICO
Quando: 21/10/17 das 8h às 19h
Onde: Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP
Programação completa: https://omecanico.com.br/congresso/programacao

Fonte: omecanico.com.br publicado em 19/10/2017 acessado em 19/10/2017 ” Você já programou a sua chegada no 1° Congresso Brasileiro do Mecânico? ”

O que fazer se o carro quebrar na estrada?

O que fazer se o carro quebrar na estrada?

Planejar uma viagem com a família ou amigos é a melhor maneira para recarregar a bateria interna do organismo, já que certamente vai rolar diversão e muitas risadas, e como as vezes problemas inesperados acontecem, seja prevenido e Saiba o que fazer se o carro quebrar na estrada.

Muita gente sabe que antes de pegar uma estrada, a mecânica do carro precisa estar em dia e 100% confiável, mesmo assim, muitos não estão a fim de gastar com manutenção preventiva, no entanto, é bom lembrar que o transtorno criado depois, pode sair bem mais caro.

Contudo, levar o carro para uma revisão no Centro Automotivo não significa que a viagem vai ocorrer as mil maravilhas na ida e na volta, afinal, todo carro usado ou novo, pode sofrer uma pane e o carro quebrar na estrada. Infelizmente isto não tem como se prever, claro, que se o carro não passa por uma manutenção há muito tempo, a probabilidade do carro quebrar na estrada é grande.

Seja como for, vamos imaginar uma situação que independente de ter feito manutenção no carro ou não, simplesmente pifou no meio do nada, como isto pode acontecer com qualquer pessoa, Saiba o que fazer se o carro quebrar na estrada:

Se o carro quebrar na estrada, triângulo

  • Lembre-se que estão numa estrada e precisa sinalizar para avisar os outros carros, mesmo que ninguém esteja passando;
  • O melhor a fazer é tentar tirar o carro do meio da estrada e colocá-lo o mais próximo do acostamento possível;
  • É preciso sinalizar bem para ser visto de longe que está parado, coloque o triângulo a alguns metros atrás, ligue o pisca alerta, coloque bem mais longe galhos de árvores numa distância que dê para visualizar e desviar, aproximadamente uns 50 passos;
  • Caso o carro quebrar na estrada a noite e com neblina, aumente para 100 passos de distância do carro;
  • Tente não deixar o carro parado no meio da estrada, senão, ainda pode ser multado como infração gravíssima e ter o automóvel apreendido, já que será considerado obstrução da via, independente do carro ter pifado;

Chame o socorro

  • Não adianta se estressar, nem ter medo, é manter a calma e verificar se tem sinal de celular;
  • Se tiver ótimo, chame o guincho que a seguradora do carro tem a disposição, mas, se não tem direito é onde mora o perigo, pois, está sujeito a pagar caro pelo guincho que encontrar pelas redondezas;

191-Polícia Rodoviária Federal

  • Caso esteja sem sinal no celular, ou se preferir, caminhe até a cabine de telefone da concessionária que estiver mais perto e peça ajuda, por isso, é interessante prestar atenção onde ficam na estrada, enquanto está dirigindo;

Conserto = Multa

  • As vezes o problema que o carro apresentou tem como ser consertado no mesmo lugar por alguém que está junto talvez, mas, saiba que consertar o carro na beira da estrada dá multa, infração grave, e no caso de ser rebocado por outro carro, também dá multa, infração média, então, fique atento;

Segurança em 1 º lugar

  • A segurança dos passageiros deve ser a maior preocupação, então, precisam ficar longe da via onde os carros podem passar em alta velocidade;
  • O ideal é permanecer dentro do carro, caso esteja num lugar seguro fora da estrada, assim, se garantem na sombra, e claro, somente se o carro não apresenta sinais de fumaça, senão todos inclusive o motorista devem permanecer de longe olhando e aguardando ajuda;

Nos dias atuais de violência se o carro quebrar na estrada, não tente parar outros carros que estejam passando para pedir ajuda, o melhor é realmente esperar pela Polícia Rodoviária, ou, pelo próprio guincho, aliás, é bom avisar quantas pessoas estão com você já que as regras permitem que apenas uma pessoa acompanhe o carro guinchado.

Quais são os avanços no desempenho do etanol

Quais são os avanços no desempenho do etanol

Pesquisa do Instituto Mauá de Tecnologia revela avanços no desempenho do etanol

O rendimento dos carros abastecidos com etanol pode ser melhor do que se imaginava. Isso é o que revela o estudo Análise Estatística de Desempenho e Performance de Combustíveis. Desenvolvido pelo Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Durante os meses de janeiro a julho deste ano, o Instituto acompanhou a relação média de performance entre o etanol e a gasolina em veículos de diferentes categorias.

O professor Renato Romio, Chefe da Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia, declarou qual é o objetivo do estudo. O objetivo é mostrar a autonomia apresentada pelos veículos no trânsito apresenta diferença no valor mencionado na etiquetagem veicular. Todos os experimentos realizados com base em testes de laboratório. Professor Romio esclarece que este fato também acontece em outros países. Essas verificações realizadas em laboratórios, não reproduzem as condições fidedignamente de operação cotidiana.

Os modelos de veículos utilizados na pesquisa foram definidos de acordo com sua popularidade nos segmentos. São eles: Popular 1.0, Sedan Médio, SUV e Popular 1.6. Os carros circularam repetidamente em percursos urbano de 27 km e rodoviário de 30 km. Cada um desses circuitos foi repetido 15 vezes. Os trajetos foram definidos seguindo padrão de testes e análises do Instituto Mauá de Tecnologia em vias públicas.

Realizado a análise estatística, o desempenho médio do etanol em relação à gasolina comum, variou entre 70,7% e 75,4%. Como referência, os valores encontrados para os mesmos modelos de veículos no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) foram, respectivamente, 66,7% e 72,1%.

“Vale lembrar que o PBEV utiliza como padrão, a gasolina com 22% de etanol anidro. Este é um ponto que reforça a diferença que influencia na autonomia dos veículos em vias públicas”, destaca Romio.

A relação que se conhece hoje, de 70%, leva em conta o poder calorífico do etanol em relação à gasolina. Mas, segundo o Instituto Mauá de Tecnologia, outras características do funcionamento dos motores devem ser levadas em conta. Uma é o fato do motor ser mais exigido em alguns percursos, que no circuito utilizado nos testes de laboratório.

“A maioria dos motoristas faz a conta considerando o preço somente na hora do abastecimento, quando na verdade, também deveria avaliar a autonomia do veículo com os dois tipos de combustíveis. Esta relação pode ser diferente de 70%; em nosso estudo, por exemplo, tivemos casos em que a relação de paridade entre etanol e gasolina comercial chegou a 75,4%; uma diferença considerável”. Este valor tende a variar de acordo com a evolução técnica dos motores flex, percurso do veículo, a forma de dirigir e também, em função do teor de etanol na gasolina, que é pré-estabelecido pelo governo. É importante que o motorista conheça a conta do seu carro, no seu caminho diário. Queremos provocar o consumidor a considerar esses aspectos e fazer sua conta para poder tirar o maior benefício econômico possível”, destaca Romio.

Para controlar as diferenças entre os perfis de condução de cada motorista, foram adotados alguns procedimentos para permitir que os veículos fossem testados em condições similares. Antes do início do ensaio de cada modelo, foram realizadas verificações e substituições, como, recirculação e descarga de combustível (flushing), instalação do medidor do consumo de combustível, balanceamento das rodas e calibração dos pneus, substituições de filtro de combustível, óleo lubrificante e troca de filtro de ar do motor, entre outras. Os veículos também rodaram preliminarmente com o mesmo combustível para verificar, desta forma, as condições de igualdade do teste.

Fonte: www.segs.com.br acessado em 11/10/2017. Publicado em 11/10/2017 ” Pesquisa do Instituto Mauá de Tecnologia revela avanços no desempenho do etanol “