O que é biocombustível?

O que é biocombustível?

Você sabe que é biocombustível? Todas as máquinas que têm peças móveis, do motor do seu carro ao seu barbeador elétrico, exigem lubrificantes para funcionar de forma suave e duradoura.

Hoje, a maioria dos lubrificantes é feita com o chamado “óleo base”, acrescido com aditivos para melhorar o desempenho em cada uso em particular. A demanda mundial por esses aditivos está na cifra das centenas de milhões de toneladas anuais.

bioaditivo, como é feito?

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Pesquisadores do Serviço de Pesquisas Agrícolas dos Estados Unidos anunciaram um método que pode liberar a fabricação desses aditivos da dependência dos derivados de petróleo.

Os novos bioaditivos são adequados para uso na formulação de graxas, óleos de motor e fluidos hidráulicos, de transmissão e para perfuração, de acordo com Sevim Erhan, coordenadora da pesquisa.

Os aditivos renováveis podem ser produzidos a partir das moléculas de gordura – triglicérides – presentes em óleos naturais de soja, milho ou canola, além de óleos extraídos de outras variedades vegetais menos conhecidas.

o que é biodiesel?

Excede as especificações

Além de serem totalmente biodegradáveis, o que facilitará seu descarte pós-uso, os biocombustível poderão ser utilizados tanto em lubrificantes tradicionais, à base de petróleo, como em lubrificantes também de origem vegetal.

Os aditivos atenderam a todos os critérios-padrão exigidos dos aditivos, incluindo as capacidades antifricção, antidesgaste, viscosidade, liquidez, ponto de inflamação elevado e estabilidade sob temperaturas extremas.

Em testes de laboratório de pequena escala, feitos para avaliar o desgaste e o atrito mediante o uso dos biocombustível, os pesquisadores verificaram que sua formulação à base de plantas tem desempenho igual ou superior aos aditivos à base de petróleo disponíveis comercialmente.

Nota de rodapé

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Quais são os avanços no desempenho do etanol

Quais são os avanços no desempenho do etanol

Pesquisa do Instituto Mauá de Tecnologia revela avanços no desempenho do etanol

O rendimento dos carros abastecidos com etanol pode ser melhor do que se imaginava. Isso é o que revela o estudo Análise Estatística de Desempenho e Performance de Combustíveis. Desenvolvido pelo Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Durante os meses de janeiro a julho deste ano, o Instituto acompanhou a relação média de performance entre o etanol e a gasolina em veículos de diferentes categorias.

O professor Renato Romio, Chefe da Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia, declarou qual é o objetivo do estudo. O objetivo é mostrar a autonomia apresentada pelos veículos no trânsito apresenta diferença no valor mencionado na etiquetagem veicular. Todos os experimentos realizados com base em testes de laboratório. Professor Romio esclarece que este fato também acontece em outros países. Essas verificações realizadas em laboratórios, não reproduzem as condições fidedignamente de operação cotidiana.

Os modelos de veículos utilizados na pesquisa foram definidos de acordo com sua popularidade nos segmentos. São eles: Popular 1.0, Sedan Médio, SUV e Popular 1.6. Os carros circularam repetidamente em percursos urbano de 27 km e rodoviário de 30 km. Cada um desses circuitos foi repetido 15 vezes. Os trajetos foram definidos seguindo padrão de testes e análises do Instituto Mauá de Tecnologia em vias públicas.

Realizado a análise estatística, o desempenho médio do etanol em relação à gasolina comum, variou entre 70,7% e 75,4%. Como referência, os valores encontrados para os mesmos modelos de veículos no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) foram, respectivamente, 66,7% e 72,1%.

“Vale lembrar que o PBEV utiliza como padrão, a gasolina com 22% de etanol anidro. Este é um ponto que reforça a diferença que influencia na autonomia dos veículos em vias públicas”, destaca Romio.

A relação que se conhece hoje, de 70%, leva em conta o poder calorífico do etanol em relação à gasolina. Mas, segundo o Instituto Mauá de Tecnologia, outras características do funcionamento dos motores devem ser levadas em conta. Uma é o fato do motor ser mais exigido em alguns percursos, que no circuito utilizado nos testes de laboratório.

“A maioria dos motoristas faz a conta considerando o preço somente na hora do abastecimento, quando na verdade, também deveria avaliar a autonomia do veículo com os dois tipos de combustíveis. Esta relação pode ser diferente de 70%; em nosso estudo, por exemplo, tivemos casos em que a relação de paridade entre etanol e gasolina comercial chegou a 75,4%; uma diferença considerável”. Este valor tende a variar de acordo com a evolução técnica dos motores flex, percurso do veículo, a forma de dirigir e também, em função do teor de etanol na gasolina, que é pré-estabelecido pelo governo. É importante que o motorista conheça a conta do seu carro, no seu caminho diário. Queremos provocar o consumidor a considerar esses aspectos e fazer sua conta para poder tirar o maior benefício econômico possível”, destaca Romio.

Para controlar as diferenças entre os perfis de condução de cada motorista, foram adotados alguns procedimentos para permitir que os veículos fossem testados em condições similares. Antes do início do ensaio de cada modelo, foram realizadas verificações e substituições, como, recirculação e descarga de combustível (flushing), instalação do medidor do consumo de combustível, balanceamento das rodas e calibração dos pneus, substituições de filtro de combustível, óleo lubrificante e troca de filtro de ar do motor, entre outras. Os veículos também rodaram preliminarmente com o mesmo combustível para verificar, desta forma, as condições de igualdade do teste.

Fonte: www.segs.com.br acessado em 11/10/2017. Publicado em 11/10/2017 ” Pesquisa do Instituto Mauá de Tecnologia revela avanços no desempenho do etanol “