A Importância da Troca de Óleo do Motor

A Importância da Troca de Óleo do Motor

A troca de Óleo do Motor se faz necessária para lubrificar, amaciar e para a saúde de toda a parte interna do motor, principalmente as partes que estão em constante movimento como os pistões, anéis, e demais peças, evitando assim, atritos e desgastes prematuros, característicos quando houver ausência de óleo, além de contribuir para não haver aquecimento excessivo. 

Por que a troca de Óleo do Motor é fundamental?

A falta de troca de Óleo do Motor, pode acarretar sérios problemas, principalmente quando os veículos estiverem circulando já sem óleo algum,  ou, mesmo com óleo vencido, isso significa que passou do tempo para a troca do óleo conforme é orientado pelo fabricante e em casos graves,  pode acabar fundindo o motor.

Quando checar o nível do Óleo do Motor

É importante mesmo após a Troca de Óleo do Motor, que o nível seja checado pelo menos 1 vez por semana, já que o calor do motor altera a característica e a eficiência do óleo deixando-o viscoso, por isso, além de reduzir o desempenho do veículo, pode contribuir inclusive para aumento do consumo de combustível.

Quando deve ser feita A Troca de Óleo do Motor

Cada tipo de óleo lubrificante tem suas características específicas que devem ser observadas e cumpridas, por exemplo em casos de utilizar óleo para 5.000 km, mesmo assim, deve ser verificado semanalmente o nível do óleo e a viscosidade e quando for necessário completar o óleo do motor com mais de 1,5 litro, é conveniente já providenciar a Troca do Óleo do Motor completa.

Qual o melhor Tipo de Óleo

No manual do proprietário do veículo, deve ser observado o item especifico sobre a troca de óleo, qual tipo de óleo é indicado pelo fabricante, qual o procedimento a ser adotado, quando se trata de condições severas de uso e todas as indicações necessárias para garantir o desempenho do motor.

Quando Trocar o Filtro de Óleo do Motor

O filtro de Óleo do Motor é outro item importante na durabilidade e conservação do mesmo, pois ajuda a filtrar as impurezas geradas pelo atrito dos pistões, anéis, cilindros, mancais e válvulas, prolongando a vida útil do motor, por isso é recomendado a troca do filtro de óleo sempre que trocar o óleo do motor.

Nota de Rodapé

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Nota Imagens meramente ilustrativas. Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da marca 2e4 Rodas Equipamentos Automotivos ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público. Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato). O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito. Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários. Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas. Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados. Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade. Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual do proprietário do seu PRODUTO. Nota Completa no RODAPÉ. Atenção! Importante a leitura da Nota de Esclarecimento presente ao final da página. phone-icon0800 642 2327 phone-iconFIXO (47) 3522-3274 whatsapp-logo-icone(47) 99978-1266 whatsapp-logo-icone(47) 98872-0320(PEÇAS

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Qual a diferença entre os óleos lubrificantes

Qual a diferença entre os óleos lubrificantes

Todo veículo, seja moto, carro e caminhão, sem exceção, depende do uso de lubrificantes específicos para o funcionamento do motor, e a diferença está na viscosidade e no conjunto de aditivos, por isso, é necessário que o motorista fique atento as especificações do fabricante que constam no manual do proprietário.

Na realidade todo lubrificante tem na composição óleos básicos, além, de aditivos, mesmo assim, a aditivação está entre as principais diferenças entre o óleo do motor para moto e para o carro, mesmo sendo semelhantes e regulamentados pelo API.

Óleos lubrificantes para motos

A diferença dos lubrificantes para motos é que tem a aditivação diferente dos carros, devido a embreagem ser lubrificada pelo óleo do motor, por esse motivo é que não pode ser utilizado nas motos o mesmo lubrificante utilizado em carros, visto que podem causar problemas na embreagem das motos, por isso, a recomendação dos fabricantes com relação a viscosidade API/ACEA do produto deve ser obedecida, sendo que a especificação básica é 20W50 4T Moto.

Óleos lubrificantes para carros

No caso do carro é utilizado mais de um tipo, como por exemplo, no motor, outro para caixa e outro para o diferencial, isso, no caso de ser separado, para os casos da caixa conjugada com o diferencial é necessário ainda, utilizar outro lubrificante especial.

É interessante frisar da necessidade de utilizar sempre o óleo lubrificante, com as especificações técnicas, indicado pelo manual do proprietário, e como os óleos automotivos são compatíveis entre si, pode até misturar marcas diferentes, pois o veículo não será prejudicado, desde que os óleos lubrificantes sejam de mesma especificação técnica. Portanto, é necessário fazer uso dos produtos de um mesmo nível de desempenho (API), e com o mesmo índice de viscosidade (SAE).

Óleos lubrificantes para caminhão

Quanto ao óleo do motor de caminhão os modelos mais novos são fabricados com a tecnologia de motores Euro5 com 2 sistemas, o EGR (Sistema de recirculação de gases) e SCR ( Sistema de redução catalítica), o qual utiliza o ARLA 32, sendo nesses casos a recomendação de produtos com especificações, CI-4 e CJ-4, as normas API XG-4 e CH-4 também atendem aos caminhões fabricados até 2012.

Outras normas como API CF e CF-4 deixaram de ser recomendados pelos fabricantes, por isso, esses produtos vêm sendo retirados aos poucos do mercado, principalmente porque afetavam o meio ambiente.

Já no motor diesel, ao colocar somente o óleo lubrificante indicado pelo fabricante, preserva a qualidade do motor, pois, ajuda a mantê-lo limpo, reduzindo o desgaste, assim, tem baixos custos de manutenção.

sac@duasequatrorodas.com.br

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Nota Imagens meramente ilustrativas. Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da marca 2e4 Rodas Equipamentos Automotivos ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público. Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato). O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito. Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários. Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas. Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados. Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade. Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual do proprietário do seu PRODUTO. Nota Completa no RODAPÉ. Atenção! Importante a leitura da Nota de Esclarecimento presente ao final da página. phone-icon0800 642 2327 phone-iconFIXO (47) 3522-3274 whatsapp-logo-icone(47) 99978-1266 whatsapp-logo-icone(47) 98872-0320(PEÇAS

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Quais são os avanços no desempenho do etanol

Quais são os avanços no desempenho do etanol

Pesquisa do Instituto Mauá de Tecnologia revela avanços no desempenho do etanol

O rendimento dos carros abastecidos com etanol pode ser melhor do que se imaginava. Isso é o que revela o estudo Análise Estatística de Desempenho e Performance de Combustíveis. Desenvolvido pelo Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Durante os meses de janeiro a julho deste ano, o Instituto acompanhou a relação média de performance entre o etanol e a gasolina em veículos de diferentes categorias.

O professor Renato Romio, Chefe da Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia, declarou qual é o objetivo do estudo. O objetivo é mostrar a autonomia apresentada pelos veículos no trânsito apresenta diferença no valor mencionado na etiquetagem veicular. Todos os experimentos realizados com base em testes de laboratório. Professor Romio esclarece que este fato também acontece em outros países. Essas verificações realizadas em laboratórios, não reproduzem as condições fidedignamente de operação cotidiana.

Os modelos de veículos utilizados na pesquisa foram definidos de acordo com sua popularidade nos segmentos. São eles: Popular 1.0, Sedan Médio, SUV e Popular 1.6. Os carros circularam repetidamente em percursos urbano de 27 km e rodoviário de 30 km. Cada um desses circuitos foi repetido 15 vezes. Os trajetos foram definidos seguindo padrão de testes e análises do Instituto Mauá de Tecnologia em vias públicas.

Realizado a análise estatística, o desempenho médio do etanol em relação à gasolina comum, variou entre 70,7% e 75,4%. Como referência, os valores encontrados para os mesmos modelos de veículos no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) foram, respectivamente, 66,7% e 72,1%.

“Vale lembrar que o PBEV utiliza como padrão, a gasolina com 22% de etanol anidro. Este é um ponto que reforça a diferença que influencia na autonomia dos veículos em vias públicas”, destaca Romio.

A relação que se conhece hoje, de 70%, leva em conta o poder calorífico do etanol em relação à gasolina. Mas, segundo o Instituto Mauá de Tecnologia, outras características do funcionamento dos motores devem ser levadas em conta. Uma é o fato do motor ser mais exigido em alguns percursos, que no circuito utilizado nos testes de laboratório.

“A maioria dos motoristas faz a conta considerando o preço somente na hora do abastecimento, quando na verdade, também deveria avaliar a autonomia do veículo com os dois tipos de combustíveis. Esta relação pode ser diferente de 70%; em nosso estudo, por exemplo, tivemos casos em que a relação de paridade entre etanol e gasolina comercial chegou a 75,4%; uma diferença considerável”. Este valor tende a variar de acordo com a evolução técnica dos motores flex, percurso do veículo, a forma de dirigir e também, em função do teor de etanol na gasolina, que é pré-estabelecido pelo governo. É importante que o motorista conheça a conta do seu carro, no seu caminho diário. Queremos provocar o consumidor a considerar esses aspectos e fazer sua conta para poder tirar o maior benefício econômico possível”, destaca Romio.

Para controlar as diferenças entre os perfis de condução de cada motorista, foram adotados alguns procedimentos para permitir que os veículos fossem testados em condições similares. Antes do início do ensaio de cada modelo, foram realizadas verificações e substituições, como, recirculação e descarga de combustível (flushing), instalação do medidor do consumo de combustível, balanceamento das rodas e calibração dos pneus, substituições de filtro de combustível, óleo lubrificante e troca de filtro de ar do motor, entre outras. Os veículos também rodaram preliminarmente com o mesmo combustível para verificar, desta forma, as condições de igualdade do teste.

Fonte: www.segs.com.br acessado em 11/10/2017. Publicado em 11/10/2017 ” Pesquisa do Instituto Mauá de Tecnologia revela avanços no desempenho do etanol “